Turma 11 – Luiz de França

ROSENILDE GARCIA DE MEDEIROS
Link escolhido: http://www.youtube.com/watch?v=-aM4_jxT0VQ
A convergência representa uma transformação cultural, à medida que consumidores são incentivados a procurar novas informações.
A tendência de unificar vários produtos/serviços de tecnologia numa só plataforma ou produto de modo a simplificar a vida do usuário.
Como diz Briggs e Burke (2004), no livro “uma história social da mídia”, lembram que o termo convergência é empregado para designar a integração de texto, som, imagem e número à tecnologia digital desde a década de 1990, mas que antes disso já era usado de modo mais amplo para indicar a integração entre mídias e telecomunicação (as visuais e sonoras por meio da TV). Hoje, a convergência das mídias pode ser encontrada em distinto dispositivos construídos com base na tecnologia digital.
“Convergência de mídias se dá quando em um mesmo ambiente estão presentes elementos da linguagem de duas ou mais mídias interligadas pelo conteúdo”. (PELLANDA, 2003, p.3).
Na verdade, para fins de comunicação, este termo está diretamente relacionado à interligação dos meios de comunicação para, tendo a Internet como cordão umbilical, como padrão comum, transacionar conteúdos e mensagens nos diferentes formatos de mídia disponíveis, das físicas digitalizadas às móveis e colaborativas.
Porém, existem algumas premissas importantes para estabelecer essa combinação entre os meios (Internet, TV, Rádio, mídia impressa, etc.), como é o caso da digitalização do conhecimento e do conteúdo em si e sua disponibilização na rede mundial, esta ainda sem controle.
É fato que não se consegue normatizar a navegação de um usuário e nem mesmo o conteúdo disponibilizado na rede, inclusive o gerado pelos usuários. Por exemplo, em alguns minutos, uma pessoa consegue, pela Internet, aprender a realizar várias coisas e ao mesmo tempo esta em outro lugar.
Assim, a parte positiva de tudo isso é a possibilidade de se armazenar conhecimento, com velocidade de informação, fácil acesso, profundidade e riqueza de formatos (multimídia), tornando a cultura e a notícia, bem como a possibilidade de interatividade, algo sem fronteiras geográficas.
Já a negativa é que menos de 40% da população brasileira está, hoje, conectada à Web. Notamos então que a exclusão digital se torna um problema importante, uma vez que se configura como um grave limitante à penetração da chamada Convergência de Mídias, hoje muito centrada nas mídias móveis, como o celular. (Porém, é errôneo nomear Convergência de Mídias como a proposta de trazer todas as informações de todas as mídias para a Internet e afirmar que só através dela as pessoas terão acesso ao conhecimento, entretenimento, transações e serviços). Na verdade, outros meios como TV, rádio, etc e outras redes e ambientes de comunicação, como universidades, livros, eventos, shows, etc., independentemente de estarem disponibilizando seus conteúdos na Internet, existem e continuarão existindo como agentes de distribuição de informações, conhecimentos e mensagens.
O mais importante da Web 2.0 é que caminhamos para uma nova fase de convergência e integração das mídias: tudo começa a integrar-se com tudo, a falar com tudo e com todos. Tudo pode ser divulgado em alguma mídia. Todos podem ser autores, produtores e consumidores de informação.
Percebe- se que a web 2.0 possibilita colaboração, interação, coautoria formação de redes sociais, enfim, uma enorme abertura e contínua geração de novas formas de serem explorados pelos docentes e discentes no que se refere às atividades realizadas no nosso cotidiano.
Sabemos que convergir mídia não significa substituir umas pelas outras. Alguns exemplos históricos comprovam que: o rádio não substituiu a literatura, o teatro e o cinema não diminuíram a importância do rádio, a Internet não acabou com os jornais e as revistas impressas, a televisão aproximou o som e a imagem de todas as pessoas, sem que elas abandonassem outras formas de informação, entretenimento ou estudo, e assim por diante.
Uma forma mais adequada e simplificada para conceituar a Convergência de Mídias pode se traduzir no desfio de compreender, trabalhar e entregar modelos em que as pessoas tenham acesso ao conhecimento, informação, entretenimento, serviços e transações, em níveis positivos de qualidade e usabilidade, a partir dos meios que ela hoje dispõe, de modo que eles se completem e se fortaleçam. Não há dúvida nenhuma de que a ‘Convergência de Mídias’, como meio, em conjunto com a interatividade, como modelo relacional, tornarão possível a disseminação do conhecimento (entendendo-se aí inclusos entretenimento, serviços, etc.) ao alcance dos nossos dedos e também ao alcance de qualquer um em qualquer parte.
Enfim, (pode-se dizer que praticaremos formas virtuais de nos comunicarmos, mas não irreais).
Como lidar com o instrumento (a técnica) que nos provoca a assumir essa nova visão de educação (mudança)?
Podemos, de fato, afirmar que as tecnologias são meio, apoio, suporte, que estruturam o modo de representar a informação. Com o avanço das redes, da comunicação em tempo real, dos portais de pesquisa, as tecnologias se transformaram em instrumentos fundamentais para a mudança na educação.
•Permite aprender em qualquer lugar e a qualquer hora;
• Favorece flexibilizar os processos de ensinar e de aprender, abrir as escolas para o mundo e trazer o mundo para as escolas, em tempo real;
• Propicia a representação da informação em múltiplas linguagens midiáticas.
Vejamos, então, quais aspectos do meio se destacam quando a tecnologia se encontra na relação/integração com a educação:
•Potencializa que o foco da escola não seja transmitir informações, mas orientar processos de aprendizagem.
Quanto à utilização das tecnologias aplicada em sala de aula faço uso de poucas, como, DVD, TV, Celular, Livros, Áudio, Computador entre outras mais antigas. Porém, ainda existem inúmeras escolas com carências nos ambientes escolares, apesar de toda essa evolução que nos cerca no mundo de hoje.
Sabemos que os grandes desafios dessa área estão na combinação do técnico com o pedagógico e, essencialmente, na formação do professor para que ele saiba orientar e desafiar o aluno para que a atividade computacional contribua para a aquisição de novos conhecimentos.
Percebemos a relevância desses dispositivos móvel para nosso dia- a- dia que vem evoluindo cada vez mais para melhor convergirmos e facilitar a nossa vida, proporcionando novas formas de sociabilidade e aprendizagem nos mais variados campos do saber.
Segundo Keegan (2002), o telefone móvel está transformando-se em um dispositivo para aprendizagem pessoal, com a possibilidade de acesso à Internet e uma ampla gama de outras possibilidades que permitem, por exemplo, manter o estudante à distância em contato com a instituição, com os serviços de suporte, com os materiais e com seus colegas, tanto no ambiente de aprendizagem propriamente dito como em casa ou em viagens. Neste sentido, a um pulsar de botão, a mensagem pode estar acessível onde quer que o usuário esteja; a mensagem chega junto ao mesmo, de forma íntima.

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