Turma 11 – Luiz de França

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA
MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
CURSISTA: MARIA LUZIMAR DA SILVA
ATIVIDADES DA QUARTA ETAPA
a) O link do vídeo escolhido e analisado na segunda etapa:
O MENINO QUE APRENDEU A VER

O vídeo aborda a questão da importância de ler para a nossa vida, o qual, poderá desenvolver atividades de leitura e escrita através dos recursos tecnológicos a partir do vídeo (youtube), livro, site educativo http://www.brincandoseaprende.com.br/ e até produções de vídeos a partir do tema.
b) Foto feita com o celular e analisado na terceira etapa:
APRENDENDO ATRAVÉS DAS TICs

Turma do 3º ano da E. M. Professor Arnaldo Arsênio de Azevedo
(foto feita pelos alunos João Victor e Iasmin) quarta-feira, 20 de abril de 2011

A fotografia acima retrata o cenário de uma educação conectada, a qual, os conteúdos educacionais podem serem acessados de diferentes maneiras como a web, (youtube), dispositivos moveis (data show, celulares), mídia imprensa (livro) entre outros. Como diz Paulo Freire, “Voltado para o desenvolvimento do raciocínio lógico e para a capacidade do aprendiz”.

c) Texto:
Segundo o tradutor eletrônico Aurélio, o termo convergir vem do latim=convergere, que significa dentre outras coisas, tender-se ou dirigir (para o mesmo ponto), concorrer, a fluir (ao mesmo ponto); em métodos interativos, aproximar-se de um objetivo. Com base, nesse tradutor eletrônico a expressão de convergências das mídias e a utilização de várias Mídias existentes num só dispositivo disponíveis num meio midiático como intuito de interagir tecnologicamente para facilitar a nossa vida.Para aprofundar esse conceito, a quarta etapa do módulo reforçam que inicialmente os profissionais do campo da tecnologia entendia-se por convergências das mídias como um processo tecnológico que incorpora múltiplas características e funções em um único dispositivo. Posteriormente passou a ser utilizada para descrever transformações que ocorrem em distintos ramos da atividade humana (tecnológicos, industrial, cientifico, sócio-cultural, social e educacional) através de conexões estabelecidas entre informações hipermídia ticas e dos conteúdos disponíveis em fontes dispersas as quais assume diferentes formas, conforme a mídia para apresentar esse conhecimento midiático. Portanto, o conceito de convergência posteriormente passou para o campo das ciências humanas, assumindo novos paradigmas, significando que convergência nesse cenário passa a ser vista, não só através de artefatos tecnológicos (dispositivo), mas sim, em situações de uso que as pessoas em suas estruturas mentais estabelecem com velhas e novas mídias ao criarem novos sistemas de mídias nos quais tudo se encontra interligadas.
Na minha atividade profissional essa convergência esta presente em varias formas, com o intuito de que nossos educandos possam interagir com esses recursos tecnológicos móveis para dinamizar, motivar e difundir o conhecimento de maneira prazerosa, através de DVD, som, TV, data show, livros, retro projetor de imagem, projetor de opacos, da Web 2.0 para pesquisas que busco através das suas diversas interfaces textos e atividade para dar suporte a minha prática pedagógica ,como também ,utilizo vídeos (you tube) softwares de atividades educativas, no computador proponho lançar mão do uso das ferramentas de produtividade a exemplo do editor de textos na produção de textos, slides, formatação, entre outros.
Ao refletirmos o conceito de convergências das mídias, usos, impactos, cenários e possibilidades de inserção no contexto escolar ,com vistas, no currículo digital, o qual, emerge os alunos a serem autores e intelectores através das mídias convergentes, ferramentas da Web 2.0, mobilidade e ubiqüidade, busco aqui problematizar a realidade e implicações envolvidas nos processos de ensino e aprendizagem.
A escola incorpora a convergência tecnológica no seu currículo, mediante o exposto acima ou no uso por mero recurso didático?
Mediante estudos e análise do modulo sobre convergências das mídias, percebe-se que a escola ainda está a passos de tartaruga, com relação à educação que emerge o currículo digital. A exemplo desse currículo digital é a educação que estamos vivenciando através do curso de Especialização das Mídias na Educação, que possibilita-nos e impulsiona-nos a fazermos uso da mobilidade e ubiqüidade por meio das tecnológicas digitais, de modo, que leva-nos a interagirmos uns com os outros e sermos autores e intelectores participando ativamente e colaborativamente para o sucesso do processo ensino aprendizagem, mérito concebido a EAD e a poucos educadores de ensino da rede pública e particular. Com base na minha prática pedagógica e em relatos de alguns educadores quanto às convergências das mídias no contexto do currículo, fica a desejar devido fazerem uso por mero recurso didático e quando fazemos desenvolvemos atividades baseada na navegação da Web 1.0, como: pesquisas em sites para procurar conteúdos e resolver atividades, ouvir músicas, assistir vídeos no you tube, entre outros, restritos a pequenos laboratórios ou ao uso de poucos computadores, ficando a margem bem longe do currículo que estamos conhecendo nesse estudo “O da sociedade digital”, que promove autoria, mobilidade e acesso on-line, à informação a qualquer hora, compartilhamento e abertura (informações nas redes para acesso do público), colaboração on-line, formação de redes sociais, interação e comunicação em tempo real. Então, vimos que o currículo deve levar em consideração o cenário histórico social, político, econômico e cultural dos alunos, o qual, esse novo currículo digital ainda não tem lugar e espaço consolidado na nossa prática pedagógica podendo dizer que não chegamos ainda ao patamar da inovação. As crianças dessa geração C estão pressionando nós educadores a adaptar o currículo como diz Seymour Papert “ Há por parte das crianças, a natural absorção de um currículo gerado na relação com a máquina, que faz agora outras coisas, com as coisas que agora é do mundo digital”.
Portanto, como diz o próprio modulo estamos em formação nesse sentido apostando nessa nova postura do fazer pedagógico em relação ao currículo digital como forma de agregar e qualificar novos referentes, de assimilar e experimentá-los o que fazer e como fazer no que se refere ao estudo das convergências das mídias em relação a nossa prática pedagógica aproximando o mais verdadeira possível que ao redor já é real.

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